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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Liturgia Diária - (João 21,1-14)

Sexta-Feira, 29 de Abril de 2011
Oitava da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros discípulos de Jesus.
3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”.
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e acha­reis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar.
8Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. 12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor.
13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Liturgia Diária - (João 13,21-33.36-38)

Terça-Feira, 19 de Abril de 2011
Semana Santa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, estando à mesa com seus discípulos, 21Jesus ficou profundamente comovido e testemunhou: “Em verdade, em verdade vos digo, um de vós me entregará”. 22Desconcertados, os discípulos olhavam uns para os outros, pois não sabiam de quem Jesus estava falando.
23Um deles, a quem Jesus amava, estava recostado ao lado de Jesus. 24Simão Pedro fez-lhe um sinal para que ele procurasse saber de quem Jesus estava falando. 25Então, o discípulo, reclinando-se sobre o peito de Jesus, perguntou-lhe: “Senhor, quem é?”
26Jesus respondeu: “É aquele a quem eu der o pedaço de pão passado no molho”. Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão Isca­riotes. 27Depois do pedaço de pão, Satanás entrou em Judas. Então Jesus lhe disse: “O que tens a fazer, executa-o depressa”.
28Nenhum dos presentes compreendeu por que Jesus lhe disse isso. 29Como Judas guardava a bolsa, alguns pensavam que Jesus lhe queria dizer: ‘Compra o que precisamos para a festa’, ou que desse alguma coisa aos pobres. 30Depois de receber o pedaço de pão, Judas saiu imediatamente. Era noite.
31Depois que Judas saiu, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. 32Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. 33Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Vós me pro­curareis, e agora vos digo, como eu disse também aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’”.
36Simão Pedro perguntou: “Senhor, para onde vais?” Jesus respondeu-lhe: “Para onde eu vou, tu não me podes seguir agora, mas seguirás mais tarde”. 37Pedro disse: “Senhor, por que não posso seguir-te agora? Eu darei a minha vida por ti!” 38Respondeu Jesus: “Darás a tua vida por mim? Em verdade, em verdade te digo: o galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Liturgia Diária - (João 12,1-11)

Segunda-Feira, 18 de Abril de 2011
Semana Santa

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

1Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressuscitado dos mortos. 2Ali ofereceram a Jesus um jantar; Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. 3Maria, tomando quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo.
4Então, falou Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de entregar: 5“Por que não se vendeu este perfume por trezentas moedas de prata, para dá-las aos pobres?” 6Judas falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão; ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela.
7Jesus, porém, disse: “Deixa-a; ela fez isto em vista do dia da minha sepultura. 8Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis”.
9Muitos judeus, tendo sabido que Jesus estava em Betânia, foram para lá, não só por causa de Jesus, mas também para verem Lázaro, que Jesus ressuscitara dos mortos. 10Então, os sumos sacerdotes decidiram matar também Lázaro, 11porque por causa dele, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Homilia Diária

Ofereça a Jesus o que você tem de melhor e mais precioso

Estamos na Semana Santa. Semana na qual celebramos a centralidade da nossa fé que tiveram início na entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, ou seja, a Paixão – subida de Jesus Cristo ao Monte Calvário, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para a nossa Salvação; para nos resgatar das mãos do demônio, e nos transferir para o mundo da Luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Jesus morre na Cruz para reconciliar o homem com Deus. É a semana da nossa reconciliação com Deus. É a semana da vitória da vida sobre a morte, da Graça sobre o pecado. Quando os fiéis são batizados, aplica-se a cada um deles os efeitos redentores da Morte e Ressurreição de Cristo. Por isso, o cristão católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica desta Semana Santa que termina na celebração do Tríduo Pascal e da Páscoa.
Assim recomenda a Santa Mãe Igreja que todos os seus filhos se confessem para que, morrendo com Cristo no pecado, possam com Ele ressuscitar, na madrugada do Domingo da Páscoa para a vida eterna.
O tempo da Quaresma se prolonga até a Quinta-feira da Semana Santa. A Missa Vespertina da Ceia do Senhor é a grande introdução ao Santo Tríduo Pascal. O Tríduo Pascal tem início na Sexta-feira da Paixão, prossegue com o Sábado de Aleluia, e chega ao ponto mais alto na Vigília Pascal terminando com as Vésperas do Domingo da Ressurreição.
O Evangelho proposto nesta Segunda-feira da Semana Santa é o de Jesus que volta a Betânia – seis dias antes da Páscoa – para manifestar o Seu amor e carinho pelos amigos.
Comove ver como o Senhor tem esta amizade, tão divina e tão humana, que se manifesta num convívio frequente. Nesta visita de Jesus à Lázaro, Maria e Marta, vejo-me também na condição de acolher e receber Jesus em minha casa e vida. Jesus vem me visitar hoje. E eu quero recebê-lo com o coração aberto, alegre e agradecido por merecer Sua amizade e confiança, assim como sempre foi muito bem recebido por Lázaro, Marta e Maria, em qualquer dia e a qualquer hora, com alegria e afeto. Como havia grande respeito, atenção e caridade entre eles assim me comprometo fazer.
“São milhares aqueles que negam hospedagem para Cristo Jesus em seus corações, mas escancara-os para o mundo e suas vaidades; esses vivem com a alma cheia de vícios: a alma, sem a presença de seu Deus e dos anjos que nela jubilavam, cobre-se com as trevas do pecado, de sentimentos vergonhosos e de completa ignomínia. Ai da alma se lhe falta Cristo! Que a cultive com diligência, para que possa germinar os bons frutos do Espírito. Deserta, coberta de espinhos e de abrolhos terminará por encontrar, em vez de frutos, a queimada. Ai da alma, se seu Senhor, o Cristo, nela não habitar! Abandonada, encher-se-á com o mau cheiro das paixões, virará moradia dos vícios” diz São Macário.
Era costume da hospitalidade do Oriente honrar um hóspede ilustre com água perfumada depois de se lavar. Mas mal sentou-se Jesus, Maria tomou um frasco de alabastro que continha uma libra de perfume muito caro, de nardo puro. Aproximou-se por detrás do divã onde estava recostado Jesus e ungiu os Seus pés e secou-lhes com os seus cabelos: Trata-se de Maria Madalena que, pela segunda vez, unge o corpo santíssimo do nosso Divino Salvador.
O nardo era um perfume raríssimo, de grande valor, que ordinariamente se encerrava em pequenos vasos de boca estreita e apertada. Quebrar este vaso e derramar o conteúdo sobre a cabeça de alguém, era, entre os antigos, sinal de grande honra e distinção.
Maria ofereceu o melhor para Cristo Jesus. Ela não ofereceu um perfume barato, e sim, o melhor e o mais caro. E você? O que tem oferecido ao seu Senhor?
Façamos também nós o mesmo. Ofereçamos para Nosso Senhor aquilo que temos de melhor e mais precioso: o melhor cálice, a mais bela patena, o mais piedoso ostensório, os melhores paramentos, a nossa vida, tudo o que somos e temos. Pois, todo o luxo, majestade e beleza são poucos, perante a tamanha grandeza de Jesus.
Acolhendo o mistério redentor de Cristo e Sua Palavra, meditando os acontecimentos da nossa redenção, só poderemos crescer na alegria e na paz do Deus que nos ofertou Sua vida. Deixemos, pois, que o Espírito de Deus tome conta de nossa existência, para que sejamos conduzidos à eterna alegria da Salvação e Ressurreição.

sábado, 16 de abril de 2011

Retiro de Quaresma – Reflexões da 5ª semana - Sábado

Sábado

Durante o tempo de espiritualidade, toda semana reservamos o sábado para orar com a Virgem Maria.

Hoje vamos lembrar o momento que Jesus partilhou sua vida conosco. Para isso temos várias opções:

Pode ser no momento de seu sim, onde toda obra da salvação pôde ter continuidade. Pode ser no momento em que ela foi visitar sua prima Isabel, quando nós podemos também sermos visitados por ela, ou no momento do nascimento de Jesus, quando Maria e José apresentam Jesus no templo.

Pode ser ainda no momento em que perdem e encontram Jesus no templo ou em Caná, naquelas bodas em que foi a intercessora daquele casal.

Podemos também pensar no caminho do calvário, na cruz, na ressurreição, em Pentecostes ou ainda hoje, olhando pelas nossas necessidades e partilhando seu amor materno conosco.

Depois de ter feito memória das ações de amor da Virgem Maria, vamos nos unir orando o Santo Terço.

Que possamos nos apoiar nas palavras que Isabel disse a ela: “Bem -aventurada és tu que crestes, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!” Podemos chamar Nossa Senhora de bem aventurada e oferecer este o terço que vamos rezar à ela para que nos ajude a sermos fiéis a vontade de Deus em nossa vida e sempre possamos viver a partilha.

Lembre-se que nesta semana fizemos o propósito de somar todas as economias diante das penitências que fizemos para ofertar a alguém que esteja necessitando de ajuda ou até mesmo de fazermos esta oferta para a construção da Sede Nacional da RCC.

Homilia Diária

Cuidado com os próprios pensamentos e palavras

A mensagem central de hoje e de todo o Evangelho de São João é que “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho Unigênito, para que não morra todo aquele que nele crê, mas, tenha a vida eterna” (Jo 3, 16). A presença de Jesus, como luz do mundo, divide inevitavelmente os seres humanos entre os que se decidem pela Luz e, por isso, ficam do lado da vida, e os que se decidem pelas trevas, ficando do lado da morte.
Assim, os fariseus, escribas e sacerdotes não descansaram enquanto não conseguiram um jeito de anular a pessoa de Jesus Cristo. Preocupados com a sua fama e a multiplicação dos milagres, estavam sem saber o que fazer. Foram muitos os enfrentamentos entre eles e Jesus, onde questionavam a pessoa de Cristo. Até que finalmente, os pontífices e os fariseus convocaram o conselho. E desde aquele momento resolveram tirar-lhe a vida.
Decidiram matar Jesus. Resolveram matá-lo por Ele fazer o bem. Curar e ressuscitar pessoas, aconselhar-nos a seguir o caminho reto, a não nos preocupar com o dia de amanhã, e a não ter medo, mas crer n’Ele e no Pai. E o que mais indignou os pontífices ou sumo sacerdotes, foi Ele dizer que era o Filho de Deus. Para os judeus, isso foi blasfêmia
mas, na verdade, eles queriam apagar o concorrente. Então, aquele conselho foi um pré-julgamento de Jesus, onde o Filho de Deus foi, de antemão, condenado.
Também nós condenamos e até mesmo “queimamos” os nossos concorrentes, arrumando um jeito de diminuir as suas qualidades: sejam no emprego, por ciúmes daqueles colegas que são mais capazes que nós, seja aquele cara forte que “arrasa” quando chega na área.
Jesus era consciente de que um efeito – ainda que não desejado – do seu trabalho, fosse ser causa de divisão entre os partidários do imobilismo e os que lutam por um mundo novo. Por isso, inflamou a ira dos funcionários do templo e de todos os que se consideravam “os donos da verdade”.
Aproximando-nos da festa da Páscoa, vamos ao encontro do Senhor da Nova e Eterna Aliança. A Quaresma é ocasião oportuna para reforçarmos nossa decisão pela Luz, que é Cristo, e ajudarmos os que estão nas trevas a optar pela luz e abandonar a morte.
Que esta quaresma, tempo favorável da graça de Deus, nos dê as forças necessárias para renovar nossos corações, e assim possamos viver a Páscoa do Senhor, que deseja devolver-nos a alegria de viver.
Precisamos ter mais atenção para não fazer como aqueles fariseus. Ter mais cuidado com os nossos pensamentos e palavras. E lembrar, acima de tudo, o que nos disse o Ressuscitado: “Não julguem e não serão julgados! Não condenem e não serão condenados!”

Liturgia Diária - (João 11,45-56)

Sábado, 16 de Abril de 2011
5ª Semana da Quaresma


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 45muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele. 46Alguns, porém, foram ter com os fariseus e contaram o que Jesus tinha feito. 47Então os sumos sacerdotes e os fariseus reuniram o Conselho e disseram: “Que faremos? Este homem realiza muitos sinais. 48Se deixamos que ele continue assim, todos vão acreditar nele, e virão os romanos e destruirão o nosso Lugar Santo e a nossa nação”.
49Um deles, chamado Caifás, sumo sacerdote em função naquele ano, disse: “Vós não enten­deis nada. 50Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira?” 51Caifás não falou isso por si mesmo. Sendo sumo sacerdote em função naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. 52E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos. 53A partir desse dia, as autoridades judaicas tomaram a decisão de matar Jesus.
54Por isso, Jesus não andava mais em público no meio dos judeus. Retirou-se para uma região perto do deserto, para a cidade chamada Efraim. Ali permaneceu com os seus discípulos. 55A Páscoa dos judeus estava próxima. Muita gente do campo tinha subido a Jerusalém para se purificar antes da Páscoa. 56Procuravam Jesus e, ao reunirem-se no Templo, comentavam entre si: “Que vos parece? Será que ele não vem para a festa?”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Retiro de Quaresma – Reflexões da 5ª semana

Sexta-feira

Hoje vamos realizar um momento diferente dentro de nossa espiritualidade quaresmal. Sabendo que Jesus Cristo nos deu o maior ensino sobre a partilha, pois, Ele partilhou tudo de si por amor a nós. Estaremos, neste dia, buscando Jesus para partilhar nosso tempo com Ele.

O que vamos fazer então? Hoje vamos separar um tempo de nosso dia para estarmos a sós com Jesus. Neste momento com Ele nos preocupemos apenas em louvá-lo. A palavra que pode nos auxiliar neste dia é o Salmo 117.

Podemos em primeiro lugar pedir ao Espírito Santo que nos leve a entrar em intimidade profunda com Jesus Cristo. Em seguida podemos tomar a palavra e realizar uma leitura. Com olhos fixos na bondade, na justiça, na verdade e no amor de Deus, vamos retomar uma segunda vez esta leitura.Grifamos todos os versículos que falem conosco no sentido de louvar ao Senhor com todo nosso coração.

Seguindo a oração, podemos repetir o versículo e fazer um louvor. Vamos fazendo assim até chegar ao sincero louvor em línguas que brote com toda sinceridade de nosso coração.

Quando sentimos que o louvor terminou vamos silenciar nosso coração na presença do Senhor e adorá-lo. Vamos simplesmente estar na presença do Senhor, contemplar suas maravilhas e deixar nosso coração se unir ao Dele.

Assim, estamos partilhando com o Senhor nosso tempo de maneira nova e ao mesmo tempo fazendo experiência de amor com Ele.

Homilia Diária

Somos Vitoriosos Através da Unção do Espirito Santo.
Mais uma vez procuravam prender Jesus, mas Ele escapou das mãos deles. Para os que meditaram o Evangelho dessa semana, além de ler a partilha, puderam perceber que durante toda a semana os fariseus tentaram prender Jesus, mas nunca conseguiam prendê-lo e nem apedrejá-lo.
Em primeiro lugar, eles não conseguiam prender Jesus e muito menos apedrejá-lo porque ainda não era a hora d’Ele viver a Sua Paixão, e nós muitas vezes em meio às doenças, ao desemprego, às tribulações na família, às dificuldades nos relacionamentos, ficamos apreensivos, nos sentimos como se já não tivéssemos mais forças para continuar. Mas saiba que nada é por acaso, e jamais Jesus deixaria que algo nos acontecesse se não for a nossa hora. Jesus pregava sabendo que os fariseus tentariam prendê-lo, mas Ele não tinha medo. Ele os incomodava, e o que O fazia perseverar era a confiança que Ele tinha no Pai. Mas essa confiança vinha da oração e, se você não reza, se você não busca a Deus em oração, todas as vezes que surgirem as tribulações em sua vida, você se sentirá derrotado, desanimado e com um sentimento de abandono. Talvez hoje você esteja assim, mas saiba que Jesus está ao seu lado e nada acontece antes da hora.
O que devemos fazer, isto sim, é entrar na pessoa deste Jesus humano que foi perseguido, que foi caluniado, que foi maltratado e que foi crucificado, mas, que no fim, saiu glorioso e vitorioso! E essa é a vontade de Deus para nossa vida, para a sua vida meu irmão, minha irmã: que você seja vitorioso, vitoriosa em meio às tribulações e perseguições que tem sofrido. Saiba e perceba que quando Jesus se sentia ameaçado Ele se retirava do meio dos homens para ficar só. E no caso de hoje, Ele retorna à fonte, ao início do Seu ministério. Vai para o Jordão onde foi batizado e onde recebeu a Unção do Espírito Santo, e a voz do Pai testemunhou a Seu favor. Assim, quando te sentires ameaçado volte às origens. Relembre do lugar onde você foi batizado e deixe que se reinflame a Unção Batismal para ser reconfirmado na fé e poder caminhar pacientemente ao encontro do Cristo vitorioso. Você foi batizado na Igreja, na casa de Deus. Se voltar para lá – como Jesus fez para se fortalecer – você sairá vitorioso. Por isso, acorde meu irmão, minha irmã. Saiba que sem Deus nada podemos fazer. Retire-se para a pia batismal, o lugar onde recebeste a Unção do Espírito Santo. E então, como Cristo, você será testemunha da Boa Nova da Salvação a todas as pessoas, começando pelos de sua casa.
Ademais, a Igreja dá muita ênfase à missão evangelizadora do cristão, à necessidade e obrigação que temos de levar a Palavra de Deus até onde nos for possível. O acolhimento da Palavra é essencial para desenvolvermos nossa fé. “A Lei chama deuses as pessoas às quais se dirigiu a Palavra de Deus”. O sinal efetivo de nossa fé se reflete nas obras que realizamos e que brotam segundo os critérios divinos, nos identificando como criaturas semelhantes a Deus. “Acaso não está escrito na vossa Lei: Eu disse: vós sois deuses?”
A verdadeira fé nos induz à disponibilidade a Deus, semelhante a de Maria na Anunciação do Anjo, tornando-nos instrumentos para Sua ação junto aos nossos irmãos. Deus sempre age através dos homens, mas nós só temos méritos quando nos colocamos conscientemente disponíveis à Sua ação.
As boas obras decorrentes de nossa fé são elementos importantes de evangelização, servindo de testemunho às nossas palavras, o que levou os contemporâneos de Jesus a afirmarem convictamente: “João não realizou nenhum sinal, mas tudo que ele disse a respeito deste homem, é verdade.” Mas, para isso, é preciso voltar a fonte batismal para sermos reabastecidos constantemente.

Liturgia Diária (João 10,31-42)

Sexta-Feira, 15 de Abril de 2011
5ª Semana da Quaresma

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 31os judeus pegaram pedras para apedrejar Jesus. 32E ele lhes disse: “Por ordem do Pai, mostrei-vos muitas obras boas. Por qual delas me quereis apedrejar?”
33Os judeus responderam: “Não queremos te apedrejar por causa das obras boas, mas por causa de blasfêmia, porque sendo apenas um homem, tu te fazes Deus!” 34Jesus disse: “Acaso não está escrito na vossa Lei: ‘Eu disse: vós sois deuses’?
35Ora, ninguém pode anular a Escritura: se a Lei chama deuses as pessoas às quais se dirigiu a palavra de Deus, 36por que então me acusais de blasfêmia, quando eu digo que sou Filho de Deus, eu a quem o Pai consagrou e enviou ao mundo? 37Se não faço as obras do meu Pai, não acre­diteis em mim. 38Mas, se eu as faço, mesmo que não queirais acreditar em mim, acreditai nas minhas obras, para que saibais e reconheçais que o Pai está em mim e eu no Pai”.
39Outra vez procuravam prender Jesus, mas ele escapou das mãos deles. 40Jesus passou para o outro lado do Jordão, e foi para o lugar onde, antes, João tinha batizado. E permaneceu ali. 41Muitos foram ter com ele, e diziam: “João não realizou nenhum sinal, mas tudo o que ele disse a respeito deste homem, é verdade”. 42E muitos, ali, acreditaram nele.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quinta-feira - Retiro de Quaresma – Reflexões da 5ª semana



“Eu resgatarei a verdade e cortarei e cancelarei toda ilusão e mentira sobre a felicidade. Eu realizarei cura profunda em vosso interior para que volteis a crer e a sonhar. Eu lavarei no meu sangue vossa visão para que possais a ver os bens futuros que lhes preparei”.
Mergulhamos em cada frase desta profecia e façamos nossa oração: “resgatarei a verdade e cortarei e cancelarei toda ilusão e mentira sobre a felicidade”. Os filhos de Deus têm fome e sede de felicidade, mas apresentam uma idéia de felicidade que muitas vezes é idealizada pela mídia. Muitos filhos de Deus estão vivendo e sofrendo por causa da ilusão do ter, do poder, do prazer. Alguns pensam que para serem felizes precisam ter tal coisa, conseguir tanto salário, conquistar aquela pessoa, porém, não sabem que a felicidade esta em mergulhar sua vida em Deus.
Ele nos devolve os valores que perdemos diante de nossas buscas. Ele nos devolve a dignidade de filhos que ficou gasta diante dos prazeres. Ele cura nossa identidade que muitas vezes foi atingida pela falta de projeto de vida, de visão de Deus. Com esta frase da profecia oremos pedindo que o Senhor resgate a verdade em nós, que Ele cancele todas as ilusões sobre a felicidade e nos coloque diante de sua vontade.
Na frase seguinte nos diz “realizarei cura profunda em vosso interior para que volteis a crer e a sonhar”. Nos abramos neste momento para sermos curados interiormente. Não tenhamos nenhum medo de mostrar ao Senhor os nossos medos, traumas e decepções. Sejamos dóceis a voz do Senhor que realizar em nós obra de cura. Diante de seu amor, nos apresentemos para sermos curados e, experimentando esta cura, possamos sonhar o sonho de Deus em nós. 
Depois Ele nos diz que “lavará no seu sangue para termos nova visão e ver os frutos futuros”, aqui o Senhor quer ampliar nossa visão”. Com o coração ferido só vemos as dores, se deixarmos Jesus tocar, a misericórdia nos lava e cura. Deus quer nos dar nova visão em todas as áreas de nossa vida: na profissão, no serviço do Senhor, no estado de vida, na vocação, na família, nos estudos.  Oremos pedindo que o Senhor nos lave da visão das dores e coloque em nós a nova visão, aquela que nos leva a “buscar as coisas do alto, onde Cristo está sentado a direita de Deus” (Col 3,1)

Liturgia Diária (João 8,51-59)

Quinta-Feira, 14 de Abril de 2011
5ª Semana da Quaresma


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: 51“Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte”. 52Disseram então os judeus: “Agora sabemos que tens um demônio. Abraão morreu e os profetas também, e tu dizes: ‘Se alguém guardar a minha palavra jamais verá a morte’. 53Acaso és maior do que nosso pai Abraão, que morreu, como também os profetas? Quem pretendes ser?”
54Jesus respondeu: “Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. 55No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra. 56Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia; ele o viu, e alegrou-se”. 57Os judeus disseram-lhe então: “Nem sequer cinquenta anos tens, e viste Abraão!” 58Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, antes que Abraão existisse, eu sou”. 59Então eles pegaram em pedras para apedrejar Jesus, mas ele escondeu-se e saiu do Templo.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Quarta-feira - Retiro de Quaresma - Reflexões da 4° semana

“Eis o que diz o Santo e o Verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi – que abre e ninguém pode fechar; que fecha e ninguém pode abrir. Conheço as tuas obras: eu pus diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar; porque apesar de tua fraqueza, guardaste a minha palavra e não renegaste o meu nome.” (Apocalipse 3,7-8)

Continuando nossa prática da partilha, queremos hoje partilhar a palavra de Deus. Uma palavra que temos guardada em nosso coração. Podemos fazer assim: primeiro leia novamente esta passagem de apocalipse (pus diante de ti uma porta que ninguém pode fechar; apesar de tua fraqueza guardaste minha palavra). Com base nesta verdade, “apesar de nossa fraqueza guardamos a palavra do Senhor”, vamos recordar as palavras que tem norteado nossa vida.

Após lembrarmos quais são essas palavras pense: em quais delas esta a “palavra de Deus”? Agora retome a “palavra que Deus te deu como promessa para sua vida”.

É esta a palavra que você vai partilhar. Ou seja, você terá em seus lábios neste dia a passagem bíblica que tem marcado sua história, com todas as pessoas que você tiver oportunidade de partilhar sobre ela, você o fará.

Sabe por quê? Você vai falar de uma palavra que tem experimentado, então ao partilhar irá partilhar com vida, com sentimento, com todo seu coração. E esta experiência poderá salvar um irmão da tristeza, da solidão, do abandono e do desamor.

No final do dia você verá qual bem fez esta partilha para você. Não se importe com a quantidade de irmãos que poderá compartilhar neste dia, se preocupe apenas em não deixar de passar a oportunidade.


Homilia Diária

O caminho da santidade é um caminho para a liberdade

 

Evangelho de hoje, dentre tantas coisas que nos traça, está o caminho da santidade que passa pelo seguimento a Cristo. Fazer-se seus discípulos, isto é, o caminho da santidade é na realidade um caminho na verdade e na liberdade. De fato, Jesus diz: “Se permanecerdes fiéis à minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos; conhecereis a verdade e a verdade libertar-vos-á”. Propor a santidade de vida mais não é do que propor o caminho da verdade e da liberdade.
À luz da fé, a santidade é vida na verdade total não limitada às realidades materiais ou apenas à vida terrena. Com efeito, o santo tem em consideração tanto os bens materiais como os espirituais; tem em consideração tanto a realidade terrena como a sobrenatural; contempla a própria vida não apenas na perspectiva temporal, mas também eterna. Por outras palavras, o santo vive na verdade considerando todos os aspectos da própria existência.
O aspecto mais importante é que aquele que deseja a santidade abre-se a Deus que é o bem supremo e a fonte da verdade. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6). Depois da Sua morte e ressurreição, prometeu que nos enviaria o Espírito Santo como “o Espírito de verdade” (Jo 16,13), que nos “guiaria à verdade total” (Jo 16,13). Rezou ao Pai pelos seus discípulos: “Consagra-os na verdade. A tua palavra é verdade” (Jo 17,17). Diante de Pilatos disse: “Foi por isso que nasci e para isso vim ao mundo: para dar testemunho da verdade” (Jo 18,37). Seguindo radicalmente a Cristo, caminhamos na verdade, na verdade total, na verdade que não desilude (cf. Rm 9,33).
A santidade de vida e a abertura à Graça ajudam-nos na realidade a compreender mais profundamente as verdades de Deus. São Paulo justamente escreve: “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus; para ele são loucura, e não é capaz de as compreender” (1 Cor 2,14). Ou ainda: “Todo aquele que peca não viu Deus nem o conheceu” (1 Jo 3,6). Não alcançamos a contemplação plena do rosto do Senhor unicamente com as nossas forças, mas deixando-nos guiar pela Graça. Só a experiência do silêncio e da oração oferece o horizonte adequado no qual pode maturar e desenvolver-se o conhecimento mais verdadeiro, aderente e coerente do mistério de Deus. Por este motivo com frequência nos surpreende a compreensão perspicaz da verdade de Deus que os santos demonstram, mesmo os que não fizeram muitos estudos. Sim, o caminho da santidade é um caminho na verdade, na verdade total.
No Evangelho, Jesus diz também que “a verdade libertar-vos-á”. O Mestre Divino fala aqui da liberdade verdadeira, espiritual. Na realidade, o caminho na verdade, isto é, o olhar sobre todos os aspectos da nossa existência, ajuda-nos a encontrar uma justa escala de valores. Ajuda-nos, por conseguinte, a não nos tornarmos ou a permanecermos escravos dos bens materiais e das nossas concupiscências, dos vícios, do pecado, mas estimula-nos e torna-nos capazes de desejar os valores mais importantes, indestrutíveis, perenes.
Jesus, no Evangelho de hoje, responde aos judeus de maneira clara: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que cometer pecado é escravo do pecado”. Vem à nossa mente tantos jovens que hoje são escravos da droga, do sexo, do prazer, do dinheiro, do orgulho, da preguiça, da inveja, etc. Não são livres. Não são livres para desejar os valores maiores. Contudo, quem de nós não experimentou e não experimenta em maior ou menor medida a escravidão de vários vícios e debilidades? Santo Agostinho que depois de uma vida tão libertina teve que se esforçar bastante para encontrar esta liberdade espiritual, isto é, para partir as correntes dos seus maus hábitos e da paixão carnal, depois escreveu com convicção: “Ouso dizer que na medida em que servimos a Deus somos livres, enquanto que na medida em que servimos a lei do pecado somos escravos”.
Santo Agostinho também tinha a consciência de que a liberdade espiritual não se alcança plenamente com as próprias forças, mas unicamente através da Graça, da ajuda do Senhor. Contudo, Jesus afirma isto de maneira clara no Evangelho que ouvimos:”Por conseguinte, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres”. Portanto, seremos verdadeiramente livres, se o Filho nos libertar!
O caminho da santidade é um caminho para a liberdade, a liberdade verdadeira, espiritual, que pode manifestar-se “até em condições de constrição exterior como nos ensina o papa João Paulo II, na carta Encíclica Redemptor hominis, 12. A condição da sua autenticidade é “a exigência de uma relação honesta em relação à verdade [...] a toda a verdade acerca do homem e do mundo” Continua sua santidade. Assim, voltam à nossa mente as palavras de Jesus no Evangelho de hoje: “a verdade libertar-vos-á”.
Peçamos ao Senhor que nos ajude, a saber, aceitar seriamente o convite à santidade nas nossas condições de vida cotidiana, que mais não é que um convite a caminhar na verdade total e na liberdade autêntica.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Retiro de Quaresma – Reflexões da 5ª semana

Segunda-feira



“Erguei a minha cruz sobre os vossos sonhos, a minha cruz que representou a derrota dos sonhos daqueles que pensaram que Eu iria restaurar imediatamente o reino de Israel, que ao me verem morrer na cruz viram morrer também o sonho de libertação das mãos do opressor. Estes não entenderam que eu os libertei sim do verdadeiro opressor”.
Para muitos, a cruz de Cristo pode parecer até hoje um sinal de derrota, mas não é. A cruz de Cristo é sinal de vitória. O catecismo da Igreja Católica nº 517 nos ensina que: “toda vida de Cristo é mistério de redenção. A Redenção nos vem antes de tudo pelo sangue da cruz, mas este mistério esta em ação em toda vida de Cristo: já na Encarnação, pela qual fazendo-se pobre, nos enriqueceu pela sua pobreza; na vida oculta, que pela sua submissão, serve de reparação pela nosso insubmissão; na sua palavra que purifica seus ouvidos; nas suas curas e exorcismos pelos quais “levou as nossas fraquezas e carregou as nossas doenças”; na sua ressurreição pela qual nos justifica”.
Quando olhamos para o trecho da profecia percebemos que neste dia podemos apresentar para Jesus os nossos sonhos. Quando comparamos com o que diz o CIC vemos que nossos sonhos podem ser colocados diante do poder redentor de Jesus. Vamos ler novamente o que nos diz a profecia e com toda esperança encarar os nossos sonhos. Vamos trazer para memória tantas coisas que sonhamos em nossa profissão, em nossa família, em nossos relacionamentos, em nosso matrimônio, em nosso ministério, em nosso chamado... com esperança, coragem e ânimo vamos fazer o que nos ensina a profecia “erguer a cruz sobre nossos sonhos”. 
Façamos assim: diante da cruz de Jesus apresentemos um a um os sonhos que  fomos deixando para trás, projetos que nós engavetamos, sonhos que nós julgávamos ser desfeitos. Podemos até colocar para Jesus palavras que nós proclamamos em relação a esses sonhos que se tornaram votos íntimos em nossa vida. Cada sonho que for apresentado agora, vamos erguer a cruz de Jesus pedindo que no poder redentor da cruz do Senhor possam ser realizados os sonhos que apresentamos e que são também o sonho de Deus para nós.

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